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terça-feira, 23 de março de 2010

Dente de Ouro

Aguardem nova postagem. Você acredita que Deus implanta dentes de ouro em alguém? Em breve! Aos que acessam o meu Blog, peço que click em baixo do lado direito em "Seguir", assim você estará seguindo a este Blog e irá desfrutar de estudos, curiosidades bíblicas, entre outros assuntos da Bíblia. Agurdem novidades.

segunda-feira, 15 de março de 2010

O que é ser humilde?

Mateus 11.29 está escrito: Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Tomar o jugo significa subjugar-se. Muitos não se submetem a regras, leis,autoridades e superiores. Jesus deu o maior exemplo lavando os pés de seus discípulos. Ora, o que vemos hoje na igreja é bem diferente: O pastor não lava os pés do evangelista; O evangelista não lava os pés do presbítero; O presbítero não lava os pés do diácono, enfim, ninguém quer ser submisso. Se demonstra uma humildade, esta é aparente não é a verdadeira humildade que o Mestre expressou: "humilde e manso de coração". A humildade deve ser do fundo da alma! Outra lição que aprendemos é sobre a mansidão de Jesus. Muitos acham que ser valente e destemido é falar o que quer,( não ter medo de falar ). Até Alegam que a verdade deve ser dita doa em quem doer. Na Bíblia vemos exemplo de mártires como Estêvão At 7ss e Tiago At 12.1 que foram mortos por pregar apalavra de Deus. Muitos citam este episódio insinuando que devemos abrir as nossas bocas e falar-mos tudo ainda que nos custe a vida. Mas a verdade é que, A Bíblia apenas relata o fato que aconteceu e não entra em detalhes do porquê.Vejamos: Tiago e João foram chamados por Jesus de Boanerges ( filhos do trovão Mc 3.17 ).A expressão: "filhos do trovão" diz respeito a uma pessoa que fala demais; Fala o que não deve. A prova disso encontramos em Lc 9. 53,54 quando Jesus e seus discípulos foram rejeitados pelos samaritanos daí Tiago e João disseram a Jesus: Queres que mandamos descer fogo do céu para os consumir? Vemos aqui atitude de quem não sabe falar, e quando fala diz o que não convém I Co 4.6. Daí vemos porque alguns foram mortos. Deus não responsabiliza-se pelo aquilo que ele não mandou falar. O próprio Jesus evitou falar algumas vezes Jo 19.9. E porque não citar-mos o caso de Pedro que após ter negado a Jesus três vezes o mestre poderia abrir a boca e dizer tudo o que quisesse contra Pedro? Ao invés disto, Jesus falou a Pedro: Pedro, tu me amas? ( Jo 21.15-17 ). Nossa missão é mostrar ao mundo a necessidade de um Salvador, e dar provas da eficácia do Sangue de Jesus. Jamais entrarmos em campo alheio. I Co 10.16;Rm 15.20,21; Tem muitos obreiros hoje comprometidos não com a palavra de Deus e sim, com a justiça por falar de "A" e de "B". O Senhor nos chamou para ser-mos suas testemunhas.Aleluia!

quarta-feira, 10 de março de 2010

Cuidado com a música que estás ouvindo

'Poeira' Da Ivete Sangalo necessita de atenção? Cuidado! Olha o que você está cantando ATENÇÃO!!! Musica Poeira-de Ivete Sangalo Um alerta pra você! Deixo claro que isso não é fanatismo, pelo contrário, é a pura realidade. Conversando com uma pessoa há poucos dias, estávamos falando sobre música. Essa pessoa mencionou um detalhe de uma música que está sendo bastante tocada ultimamente, não só nas rádios como também na TV e até nas ruas. Pessoalmente eu conhecia o refrão, mas não havia prestado atenção no restante, exatamente por isso, achei que seria interessante passar este alerta, caso ainda não o tenham notado e também para que possam alertar alguém que porventura esteja cantando esta música, em especial alguns jovens. Trata-se da música: Poeira - Ivete Sangalo. A letra diz em parte: 'A minha sorte Grande; Foi você cair do céu; Minha paixão verdadeira...; É lindo teu sorriso, o brilho dos teus olhos; Meu anjo querubim; Chegou no meu espaço mandando no pedaço; Um amor que não é brincadeira; Pegou me deu um laço Danço bem no compasso, de prazer; Levantou poeira'; Vamos aos detalhes: '...Foi você cair do céu'; Quem foi que caiu do céu? Apocalipse capitulo 12 versículo 9 diz: 'Foi lançado para baixo o Grande dragão, a serpente original, o chamado Diabo e Satanás, que está desencaminhando a toda a terra habitada; ele foi lançado Para baixo, na terra'; '... É lindo teu sorriso, o brilho dos teus olhos... ' Olha o que Ezequiel capitulo 28 versículo 17 diz a respeito de Satanás: 'Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei; diante dos Reis te pus,para que te contemplem' . ?... Meu anjo querubim.. '; Isto confirma que está se referindo a um anjo e confirma que é Satanás, pois ao descrever a Satanás, Ezequiel capitulo 28 versículo 14 diz: 'Tu eras Querubim ungido para proteger, e te estabeleci, no Monte Santo de Deus estavas; no meio das pedras andavas. ?... Chegou no meu espaço; Mandando no pedaço...' Quem será que quis adoração só pra si, querendo mandar em Deus, a quem os anjos e humanos deviam servir ?...Pegou me deu um laço... ' Quem é descrito em primeiro a Pedro capitulo 5 versículo 8 diz:'...Como leão que ruge procurando a quem devorar ou a quem enlaçar?;

Absurdos nas Igrejas ( parte 2 )

A unção que derruba Cair no espírito é Introdução Em 1923, o missionário sueco Gunnar Vingren, um dos fundadores da Assembléia de Deus no Brasil, fora informado de que um certo movimento pentecostal começava a alastrar-se por Santa Catarina. Sem perda de tempo, Vingren deixou Belém do Pará, berço do pentecostalismo brasileiro, e embarcou para o Sul. No endereço indicado, veio ele a constatar: “Não se tratava de pentecostes, mas de feitiçaria e baixo espiritismo”. Embora fervoroso pentecostal, Gunnar Vingren não se deixou embair pelo emocionalismo nem pelas aparências. Ele sabia que nem tudo o que é místico, é espiritual; pode brilhar, mas não é avivamento. O misticismo manifesta-se também em rebeldias e mentiras. Haja vista as seitas proféticas e messiânicas. Teve o nosso pioneiro, como precavido condutor de ovelhas, suficiente discernimento para não aceitar aquele arremedo de pentecostes. Fosse um desses teólogos que colocam a experiência acima da Bíblia Sagrada, o pentecostalismo autêntico jamais teria saído do nascedouro. Entre as manifestações presenciadas por Gunnar Vingren, achava-se o “cair no poder” que, já naquela época, era conhecido também como “arrebatamento de espírito”. À primeira vista, impressionava; fazia espécie. Não resistia, contudo, ao mínimo confronto com as Escrituras. E nada tinha a ver com as experiências semelhantes que se acham nas páginas da Bíblia. Irreverente e apócrifo, esse misticismo não se limitou à geração de Vingren. Continua a assaltar a Igreja de Cristo com demonstrações cada vez mais peregrinas e contraditórias. O seu alvo? Levar a confusão ao povo de Deus. No combate a tais coisas, haveremos de ser enérgicos, sábios e convincentes. Mas sempre equilibrados. Através da Bíblia, temos a obrigação de mostrar a pureza e a essência de nossa crença, e a “batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos” (Jd 3). Neste artigo, detenhamo-nos no fenômeno do “cair no Espírito”. Até que ponto há de ser aceito? Como lhe aferir a legitimidade? É realmente indispensável ao crescimento da vida cristã? Vejamos, a seguir, como esse movimento ganhou notoriedade em nossos dias. I - O Que é o “Cair no Espírito”? Embora não seja alguma novidade, o “cair no Espírito”, como vem sendo caracterizado, começou a ganhar notoriedade a partir de 1994. Neste ano, a Igreja Comunhão da Videira do Aeroporto de Toronto, no Canadá, passou a ser visitada por milhares de crentes - todos à procura de uma bênção especial. Ao contrário das demais igrejas pentecostais, que buscam preservar a ortodoxia doutrinária, a Igreja do Aeroporto, como hoje é conhecida, granjeou surpreendente notoriedade em virtude das manifestações que ocorriam em seus cultos. Dizendo-se cheios do Espírito, os freqüentadores dessa igreja começaram a manifestar-se de maneira estranha e até exótica. Em dado momento, todos punham-se a rir de maneira incontrolável; alguns chegavam a rolar pelo chão. Justificando essa bizarria, alegavam tratar-se de santa gargalhada. Ou gargalhada santa? Outros iam mais longe: não se limitavam ao estrepitoso dos risos; saíam urrando como se fossem leões; balindo, como carneiros; ou gritando, como guerreiros. E ainda outros “caíam no Espírito”. À primeira vista, tais manifestações impressionam. Impressionam apesar de não contarem com o necessário respaldo bíblico. Entretanto, não podemos nos deixar arrastar pelas aparências nem pelo exotismo desses “fenômenos”. Temos de posicionar-nos segundo a Bíblia que, não obstante os modismos e ondas, continua a ser a nossa única regra de fé e conduta. II - O Cair no Espírito na Bíblia Nas Sagradas Escrituras, o cair no Espírito não chega a ser um fenômeno; é mais uma reação reverente diante do sobrenatural. Registra-se apenas, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, 11 casos de pessoas que caíram prostradas, com o rosto em terra, em sinal de adoração a Deus. E tais casos não se constituem num histórico; são episódicos isolados. Não têm foro de doutrina, nem argumentos para se alicerçar um costume, nem para se reivindicar uma liturgia; não podem sacramentar alguma prática. Afinal, reação é reação; apesar de semelhantes, diferem entre si. Como hão de fundamentar dogmas de fé? Verifiquemos, pois, em que circunstâncias deram-se os diversos casos de cair por terra nos relatos bíblicos. 1. A força de uma visão nitidamente celestial As visões, na Bíblia, tinham uma força impressionante. Agitavam, enfraqueciam e até deitavam por terra homens santos de Deus. Que o diga Daniel. Já encerrando o seu livro, o profeta registra esta formidável experiência: “Fiquei, pois, eu só e vi esta grande visão, e não ficou força em mim; e transmudou-se em mim a minha formosura em desmaio, e não retive força alguma. Contudo, ouvi a voz das suas palavras; e ouvindo a voz das suas palavras, eu caí com o meu rosto em terra, profundamente adormecido” (Dn 10.8,9). Em sua primeira visão, Ezequiel também se assusta com o que vê. Ele se apavora: “Este era o aspecto da semelhança da glória do Senhor; e, vendo isso, caí sobre o meu rosto” (Ez 1.28). Sem liturgia, ou intervenção humana, o profeta prostra-se todo. E quem não haveria de se prosternar? Mesmo o mais forte dos homens, não se agüentaria diante de tamanho poder e glória. Recurvar-se-ia; lançar-se-ia com o rosto em terra. Mais tarde, encontraremos Ezequiel noutro caso de prostração: “E levantei-me e saí ao vale, e eis que a glória do Senhor estava ali, como a glória que vira junto ao rio Quebar; e caí sobre o meu rosto” (Ez 3.23). Quem não cairia ante as singularidades da glória de Deus? Quem a resistiria? Já no final de seus arcanos, Ezequiel vê-se constrangido a comportar-se de igual maneira: “E o aspecto da visão que vi era como o da visão que eu tinha visto quando vim destruir a cidade; e eram as visões como a que vira junto ao rio Quebar; e caí sobre o meu rosto” (Ez 43.3). Nesses casos, as visões divinas foram tão fortes que levaram tanto Ezequiel como Daniel a caírem por terra. Noutras ocasiões, porém, a ocorrência de visões, igualmente poderosas, não provocou alguma prostração. Haja vista o caso de Isaías. Embora se mostrasse aterrorizado e compungido com a visão do trono divino, não se menciona ter o profeta caído por terra. Isto significa que as experiências, embora semelhantes, possuem suas particularidades e idiossincrasias. Isto é: cada experiência, ou encontro com Deus, é única. Seria tolice pretender repeti-las para que a sua repetição adquirisse foros de doutrina. 2. O impacto de um encontro com Deus Além das visões, certos encontros com Deus, tanto no Antigo como no Novo Testamento, levaram à prostração. Mencione-se, por exemplo, o que aconteceu a Saulo no caminho de Damasco. O encontro com Jesus foi tão formidável, que forçou o implacável perseguidor a cair por terra, e a reconhecer a autoridade e a soberania do Filho de Deus: “E caindo em terra, ouviu uma voz que lhe dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues?” (At 9.4). Como nos casos anteriores, nada havia sido programado. Saulo foi levado a recurvar-se em virtude da sublimidade do Senhor Jesus. Noutras ocasiões, porém, os encontros com Deus deram-se de maneira suave. A entrevista de Natanael com Jesus é um exemplo bastante típico dessa suavidade tão santa. O que também dizer do encontro de Gideão com o anjo do Senhor? Ou do encontro de Jeremias com Jeová? Este encontro veio na medida certa; veio de acordo com o caráter suave e melancólico do profeta. Mas tivesse Jeremias o temperamento colérico de Paulo, certamente o Senhor teria agido com impacto para que o vaso fosse quebrado e moldado conforme a sua vontade. Como se vê, as experiências variam de acordo com as circunstâncias e a personalidade das pessoas envolvidas no plano de Deus. 3. Diante da autoridade de Cristo A autoridade do nome de Cristo é mais que suficiente para fazer com que todos os joelhos dobrem-se diante de si. Aliás, chegará o momento em que todos os seres, quer nos céus, quer na terra, quer sob a terra, hão de se curvar diante da infinita grandeza do nome do Senhor Jesus: “Pelo que também Deus o exaltou soberanamente e lhe deu um nome que é sobre todo o nome para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai” (Fp 2.9,10). Na noite de sua paixão, o Senhor demonstrou quão grande era a sua autoridade: “Quando, pois, (Jesus) lhes disse: Sou eu, recuaram e caíram por terra” (Jo 18.6). Ao contrário dos casos anteriores, nessa passagem quem cai por terra são os ímpios. Recurvam-se estes não em sinal de reverência a Deus, mas em razão da autoridade e soberania irresistíveis de Cristo. Caso semelhante ocorreu com Ananias e Safira. Ambos caíram por terra em decorrência de sua iniqüidade: “Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo e retivesses parte do preço da herdade? Guardando-a, não ficava para ti? E, vendida, não estava em teu poder? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus. E Ananias, ouvindo estas palavras caiu e expirou. E um grande temor veio sobre todos os que isto ouviram” (At 5.3-5). Casos como esses não são raros. Em nossos dias, muitos são os ímpios que, por se levantarem contra os escolhidos do Senhor, caem por terra e, às vezes, fulminados. Noutras ocasiões, porém, o Senhor revelou-se de maneira tão suave, que se faz homem diante dos homens. Que encontro mais doce do que aquele que se deu junto ao poço de Jacó? O Senhor revela-se de maneira surpreendentemente afável à mulher samaritana. E a experiência de Nicodemos? Ou a de Zaqueu? III - Como os Legítimos Representantes de Deus Portaram-se Quando Alguém Caía por Terra? Ao contrário dos que hoje portam-se como deuses diante de virtuais casos de prostração, os apóstolos de Cristo jamais aceitaram tal deferência. Em todas as instâncias, procuravam sempre glorificar ao nome do Senhor. Em casos semelhantes, até os mesmos anjos agiram com reconhecida e santa modéstia. Tendo Pedro chegado à casa de Cornélio, a primeira reação deste foi cair de joelhos diante do apóstolo. “Mas Pedro o levantou, dizendo: Levanta-te, que também sou homem” (At 10.25,26). O que fariam os astros do evangelismo dos dias atuais? Humilhar-se-iam como o apóstolo? Ou usariam o evento para incrementar o seu marketing pessoal? Mesmo um poderoso anjo não se aproveitou da ocasião para atrair a si as glórias devidas somente a Deus. O relato é de João: “Prostrei-me aos seus pés para o adorar. E disse-me: Olha, não faças tal, porque eu sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus” (Ap 22.8,9). O anjo bem sabia que o apóstolo prostrara-se aos seus pés por uma circunstância bastante especifica: não há ser humano que não se extasie diante do sobrenatural. A aparição de um ente celestial sempre perturbou os pobres mortais. Nos dias dos juízes, acreditava-se que a visão de um anjo significava morte certa. Por isso, a primeira reação de uma pessoa ao ver um anjo era curvar-se diante do ser angelical. Quem poderia resistir a tanta glória? Os anjos, porém, recusavam tal deferência. Houve ocasiões em que o anjo do Senhor aceitou elevadas honrarias. Como conciliar tais questões? No Antigo Testamento, sempre que isso ocorria, era devido a presença de um ser especial, que alguns teólogos não vacilam em apontar como a pré-encarnação de Cristo. De uma forma ou de outra, os anjos eram santos o suficiente para agirem com modéstia e humildade, tributando a Deus todo poder e toda a glória. Que esta também seja a nossa postura! Quando, por alguma circunstância, alguém cair a nossos pés, levantemo-lo para que tribute a Deus, e somente a Deus, toda a honra e toda a glória. E jamais, sob hipótese alguma, induzamos alguém a prostrar-se com o rosto em terra, pois isto contraria a ética e a postura que o homem de Deus deve ter. IV - Nas Efusões do Espírito Santo de Atos dos Apóstolos Houve Casos de Prostração? Na ânsia por justificar o cair por terra que, como já dissemos tem de ser visto como episódio e não como histórico, muitos teólogos chegam a colocar tal reação como se fora uma das evidências da plenitude do Espírito Santo. Que pode haver prostração quando da efusão do Espírito, não o negamos. Pode haver, mas não tem de haver necessariamente, nem precisa haver para que se configure o derramamento do Espírito Santo. A prostração não pode ser vista como evidência, mas como uma reação ocasional e esporádica. Nos diversos casos de efusão do Espírito Santo, nos Atos dos Apóstolos, não se observou algum caso de prostração. No dia de Pentecoste, segundo no-lo notifica o minucioso e detalhista Lucas, estavam todos assentados no cenáculo (At 2.2). Na casa de Cornélio, onde o Espírito foi derramado pela primeira vez sobre os gentios, também não se observou o cair por terra (At 10.44-47). Entre os discípulos de Éfeso também não se registrou alguma prostração (At 19.6). Em todos esses casos, porém, a evidência inicial e física do batismo no Espírito Santo fez-se presente. Conclui-se, pois, que não se deve confundir evidência com reação. A evidência é a mesma em todos os que recebem a plenitude do Espírito Santo. A reação, todavia, varia de pessoa para pessoa. Mesmo quando o lugar santo tremeu, não se observou caso algum de prostração (At 4.31). Poderia ter havido? Sim! Mas não necessariamente. Conclusões Daquilo que até agora vimos acerca do “cair no Espírito”, podemos tirar as seguintes conclusões, tendo sempre como base as Sagradas Escrituras: 1. Não se pode realçar a experiência, nem guindá-la a uma posição superior à da Palavra de Deus. A experiência é importante, mas varia de pessoa para pessoa; cada experiência é uma experiência; tem suas particularidades. A experiência tem de estar submissa à doutrina, e não há de modificar, por mais extraordinária que seja, nenhum artigo de fé. 2. O cair por terra não pode ser visto nem como evidência da plenitude do Espírito Santo, nem como sinal de uma vida consagrada. A evidência do batismo no Espírito Santo são as línguas estranhas; e a vida consagrada tem como característica o fruto do Espírito. O cair por terra pode ser admitido, no máximo, como reação esporádica de alguma visitação dos céus. Se provocado, ou repetido, deixa de ser reação para tornar-se liturgia. 3. Caso ocorra alguma prostração, deve-se fazer as seguintes perguntas: 1) Qual a sua procedência? 2) Teve como objetivo promover o homem ou glorificar a Deus? 3) Foi usada para catalisar a atenção dos presentes? 4) Foi provocada por sopros, toques ou por algum objeto lançado no auditório? 5) Houve sugestão coletiva? 6) Prejudicou a boa ordem e a decência da igreja? 7) Conta com o respaldo bíblico suficiente? 8) Tornou-se o centro do culto? 4. Devemos estar sempre atentos, pois o adversário também opera sinais espetaculares com o objetivo de enganar os escolhidos: “Surgirão falsos cristos e falsos profetas e farão tão grandes sinais e prodígios, que, se possível fora, enganariam até os escolhidos” (Mt 24.24). 5. Nos diversos exemplos de prostração que fomos buscar na Bíblia, observamos o seguinte: Os personagens que se prostraram, ou foram prostrados, em virtude de alguma experiência sobrenatural, caíram para frente, e não para trás, como está ocorrendo hoje em algumas igrejas. Não era algo programado, nem ministro algum induzira-os a cair. Ou seja: ninguém precisou soprar neles ou neles tocar para que caíssem. Tais modismos têm levado a irreverência e a bizarria ao seio do povo de Deus. Há alguns que se tornaram tão ousados que jogam até os seus paletós a fim de provocar prostrações coletivas. Isto é um absurdo! É antibíblico! 6. Os casos de prostração narrados na Bíblia deram-se em virtude da reverência e temor que os já citados personagens sentiram ao presenciar a glória divina. No Novo Testamento, o termo usado para prostração é pesotes prosekinsan que, no original, significa: cair por terra em sinal de devoção. Em Apocalipse 5.14, a expressão grega aparece para mostrar os anciãos prostrados aos pés do Cristo glorificado. 7. Voltemos à questão. Pode acontecer prostração numa reunião evangélica? Pode! Mas não tem de acontecer necessariamente; pode, mas não precisa acontecer, nem ser provocada. Caso aconteça, deve ser encarada como reação e não como fato doutrinário. John e Charles Wesley, por exemplo, experimentaram um poderoso avivamento, mas jamais elevaram suas experiências à categoria de doutrina. As heresias nascem quando se supervaloriza a experiência em detrimento da doutrina. Não podemos nos esquecer de que algumas das mais notáveis heresias deste século, como a Igreja Só Jesus, nasceu em pleno período de avivamento. 8. De uma certa forma, todo avivamento provoca extremismos. Cabe-nos, porém, buscar o equilíbrio tão necessário à Igreja de Cristo. Era o que ocorria em Corinto. Não resta dúvida de que os irmãos daquela comunidade cristã haviam recebido uma forte visitação dos céus. Todavia, tiveram de ser doutrinados e disciplinados. A esses irmãos, escreveu Paulo: “E os espíritos dos profetas estão sujeitos aos profetas. Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos” (1 Co 14.32,33). Finalmente, jamais devemos abandonar a Bíblia. Ênfases, como o cair no Espírito, hão de surgir sempre. Não devemos nos impressionar com elas; tratemo-las com o devido equilíbrio. Pois o equilíbrio bíblico e teológico há de manter a igreja de Cristo em permanente avivamento. E o verdadeiro avivamento não extingue o Espírito, mas sabe como evitar os excessos.

Absurdos nas Igrejas ( parte 1 )

A UNÇÃO QUE DERRUBA – Atos 10: 38 Hoje é comum nas igrejas o crente cair, e segundo a maioria dos pastores e lideres o crente está caindo na unção. Porque a glória de Deus na igreja e a unção que está nos pastores e obreiros é muito grande, eu já ouvi falar de uma irmã que foi arremessada a mais ou menos uns três metros de distância, e quando ela se levantou disse ter tido uma visão do céu, eu realmente não consigo compreender isto. Como o Espírito Santo que está aqui para continuar a obra de Jesus e ensinar o homem a ser manso, humilde, carinhoso, misericordioso e amoroso(Jô. 14: 15-26; Mt. 11: 25-30; Ef. 5: 1 e 2)possa arremessar o crente para falar com ele, ou mostrar algo para ele, Deus fala de várias maneiras assim diz a Bíblia. Jô 33: 14-30; I rs. 9: 1-13, mas a Bíblia não fala que Deus derruba ou arremessa o crente para falar com ele, ou para lhe mostrar algo. Quando Deus quer falar com o homem ou lhe mostrar algo, Deus manda com que ele fique de pé. Dn. 10: 4-11; Ez. 2: 1 e 2; Atos 26: 13-16. Já ouvi falar de igreja inteira, que não houve culto por que alguém orou e o povo caiu na gargalhada por nada mais e nada menos que duas horas inteiras, segundo eles o irmão tinha a unção do riso. Talvez este povo acreditou que em vez de preferir um culto racional I Co. 14: 26-37, com cânticos e louvores de adoração, Palavra e oração e pessoas arrependidas aceitando a Jesus, preferiram neste dia ver o povo por duas horas gargalhando, já ouvi falar que a unção do riso é Bíblica, que Jesus tinha a unção do riso Hb. 1: 1-9. A unção que Jesus passa para a nossa vida é a alegria do perdão, da cura, da libertação, do milagre,da salvação e da vida eterna. Atos 8: 7 e 8. Em fim somos alegres pelo amor de Deus derramado em nossas vidas. Já ouvi caso de que alguém orou e os crentes caíram num profundo sono, segundo eles Este irmão tinha a unção do profundo sono, e eles dizem que é Bíblico Gn. 2: 18 -21. Outro absurdo, pois o homem dormindo não escuta a Palavra, não faz a vontade de Deus e não faz a obra Ef. 5: 14; m. 13: 11 e 12, outros sopram o cai e dizem que quando cai recebem o Espírito Santo e dizem que isto é Bíblico Jô. 20: 19-23, aqui não diz que eles caíram (segundo meu entendimento) aqui é uma profecia de Jesus que se cumpriria alguns dias mais tarde Jô. 16: 7; Atos 1: 1-9; Atos 2: 1-4. No acontecimento do Pentecoste a Bíblia não diz que alguém caiu, eles estavam orando Atos 1: 14, e o Espírito Santo colocou-os em pé para fazerem a obra Atos 2: 14; Ez. 37: 1-10, aqui começou a igreja. Já vi pessoas derrubar o crente com o paletó, chamada a unção do paletó que derruba, dizem que é Bíblico II Rs. 2: 1-22, Eliseu recebeu a capa de Elias, e não saiu derrubando ninguém e nem foi derrubado quando pegou a capa, e lembramos que a unção não estava na capa, mas sim em Eliseu, e a unção que estava em Eliseu era para levantar e não para derrubar. II rs. 13: 14-21. Diante da glória de Deus o crente cai com o rosto no pó para adorar e não para dormir, rir ou desmaiar. Sl. 95: 1-7; Dn. 10: 4-11; Atos 26: 13-16. Muitos pastores e pregadores acham que a glória de Deus que está sobre eles é maior que a glória que estava sobre Moisés, pois eles dizem que têm tanta unção que o crente chega perto deles e já cai. A unção que estava sobre Moisés não derrubou ninguém. Ex. 34: 29-31; Nm. 12: 1-8. A manifestação da Glória de Deus na igreja, nos pastores e no crente tem como objetivo trazer a luz e não derrubar Sl. 34: 5; Jõ. 8: 12; Atos 9: 1-4; Atos 13: 46 e 47. Também já vi uma irmã na igreja, que em todos os cultos ela caia e ficava dormindo, desmaiada ou apagada como preferirem, eu perguntei para o pastor, ele disse que era unção, ela caia na unção. Um dia no culto no momento do louvor, manifestou um demônio terrível nesta irmã, deu um trabalho daqueles para expulsar o demônio. Aquilo que o pastor achava que era unção, poder na verdade era demônio oculto. II Co. 6: 14-16.Segundo o meu entendimento há vários motivos para uma pessoa cair na igreja. A pessoa pode cair de medo, cansaço, cair de franqueza, cair por causa de problemas emocionais, por motivo de saúde, e motivos físicos ou por estar endemoniado. Arrebatamento em Espírito existe e é Bíblico Ap. 1: 9 e 10, Deus pode arrebatar alguém dormindo, orando, ou na igreja, na rua, ou em qualquer lugar, mas isto é pessoal II Co. 12: 1-4, e não serve como base doutrinária.Se alguém diz ter o dom de impor a mão e a pessoa cair e ser arrebatada em Espírito, este dom de arrebatamento não existe e deve ser rejeitado, pois isto não testifica com a Palavra de Deus.Gl. 1: 6-8, e também o cair na unção não há respaldo Bíblico. A Bíblia fala de unção, no Velho Testamento - De REI: I Sm. 10: 1; I Sm. 16: 1- 13. Veja em I Samuel o que a unção faz na vida de um homem. A unção é para derrubar o inimigo. Também tem a unção de SACERDOTE para ministrar e sacrificar. Ex. 30: 22 -30, e a unção de PROFETA a boca de Deus na Terra I Rs. 19: 13-16. No Novo Testamento, também temos unção II Co. 1: 12-22; Ef. 4: 8-15, unção para APÓSTOLO, pessoa chamada e escolhida por Deus para colocar o fundamento I Co.3: 10 e 11; Ef. 2: 19 e 20 abrir trabalho, fundar igreja e fazer missões. Atos 13: 1-4. PROFETA: Pessoas escolhidas e chamadas por Deus para profetizarem a Palavra de Deus pela pregação e pelo ensino. Jr. 7: 25 e 26; Lc. 4: 22 -24. EVANGELISTA: Pessoas escolhidas e capacitadas por Deus, para fazerem grandes obras evangelisticas, atrair multidões, e fazer grandes eventos evangelisticos com sinais e prodígios e milagres e pregar a Palavra de Deus em qualquer lugar e em qualquer tempo. Atos. 8: 1-13; I Tm. 4: 1-5. DOUTORES: Pessoas escolhidas e chamadas por Deus, capacitadas com a sabedoria e a ciência da Palavra, para ensinar e interpretar a Palavra de Deus. Obs: Para quem recebe esta unção não há necessidade de fazer cursos, seminários ou faculdades teológicas, pois ele já é capacitado por Deus. II Co. 3: 4 e 5; I Jô. 2: 26 e 27; I Co. 12: 7;Gl. 1: 10-12. Estes Dons estão na Bíblia, é para todos que quiserem, é somente ter a vontade e coragem para buscar. Jr. 33: 2 e 3; Tg. 1: 5; I Rs. 3: 1–13; Dn. 5: 11-14; Ef. 1: 15-17; Cl. 2: 1-3. PASTOR: Pessoas capacitadas por Deus para pastorear e conduzir o rebanho (ver estudo O Pastor segundo a Bíblia, tema PODER DE DEUS). Jesus foi ungido a Rei, Sacerdote e Profeta. Jõ. 3: 22-35; Ap. 19: 16; Hb. 3: 1; Hb. 5: 1-6; Atos 7: 1-37. E também estava em Jesus todos os ministérios do Novo Testamento Ef. 4: 1-7, e não está escrito que Jesus foi ungido com o Espírito Santo para arremessar as pessoas, derrubar o crente de tanto rir, derrubar pessoas com o sopro, derrubar as pessoas com capas ou paletó, derrubar pessoas para dormir Lc. 4: 14-18. A unção que estava em Jesus é a mesma unção que está naqueles que recebem o seu ministério Ef. 4: 7-15. A unção de Cristo é para evangelizar, curar enfermo, libertar os oprimidos e cativos do diabo, quebrantar corações, pregar boas novas (perdão, salvação e vida eterna), anunciar o ano aceitável do Senhor. Atos 17: 15-31. Segundo o meu entendimento a doutrina da unção que derruba é mais um vento de doutrina, nada mais do que doutrinas de demônios, em fim um espírito de erro nas igrejas. I Tm. 4; 1; II Ts. 2: 7-11; Jr. 23: 13; Jr. 6: 16-19; I Jõ. 4: 6.

terça-feira, 9 de março de 2010

ESCOLA DOMINICAL: LUGAR DE CORTAR CANA

Conta-se que certo caipira no seu trabalho rotineiro, num canavial, quando, de repente, viu brilhar três letras no céu: VCC. Muito religioso, o caipira julgou que aquelas letras significavam: “Vai Cristo Chama”. Fiel à visão correu ao pastor de sua igreja e contou-lhe o ocorrido, concluindo que gostaria de devotar o restante de sua vida à pregação do evangelho. O pastor, surpreso diante do relato, disse: - Mas para pregar o evangelho, é preciso conhecer a Bíblia. Você conhece a Bíblia o bastante para sair pelo mundo pregando a sua mensagem? - Claro que sim! Disse o homem. - E qual é a parte da Bíblia que você mais gosta e conhece? - As parábolas de Jesus, principalmente a do bom samaritano. - Então, conte-a! Pede o pastor, querendo conhecer o grau de conhecimento bíblico do futuro pregador do evangelho. O caipira começa a falar: - Descia um homem de Jerusalém para Jericó, e caiu entre os salteadores. E ele lhes disse: Varões irmãos escutem-me: Não tenho prata nem ouro, mas o que tenho, isso te dou. E lhes entregou seus bens, e a um deu cinco talentos, e a outro, dois, e a outro, um, a cada um segundo sua capacidade. E partindo dali foi conduzido pelo Espírito ao deserto, e tendo jejuado quarenta dias e quarenta noites, teve fome, e os corvos lhe traziam alimento, pois se alimentava de gafanhoto e mel silvestre. Sucedeu que indo ele andando, eis que um carro de fogo o ocultou da vista de todos. A rainha de Sabá viu isso e disse: “Não me contaram nem a metade”. - Depois disso, ele foi até a casa de Jezabel, mãe dos filhos de Zebedeu, e disse: “Tiveste cinco maridos, e o homem que tens, não é teu marido”. E olhando ao longe, viu a Zaqueu pendurado pelos cabelos em uma árvore e disse: “Desce daí, pois hoje almoçarei em tua casa”. Veio Dalila e cortou-lhes os cabelos, e os restos que sobraram foram doze cestos cheios para alimentar a multidão. Portanto, não andeis inquietos dizendo: “Que comeremos?”, pois, o vosso Pai celestial sabe que necessitais de todas essas coisas. E todos os que ouviram se admiraram da sua doutrina”. Depois da sua “brilhante pregação” o caipira, entusiasmado, olhou para o pastor e perguntou: - E então, estou pronto para pregar o evangelho? - Olha meu filho, disse o pastor; eu acho que aquelas letras que apareceram no céu não significam; - “Vai Cristo Chama”, e sim: “Vai Cortar Cana”. Moral da história: Para pregarmos o evangelho genuíno, precisamos primeiro cortar cana (Estudar a palavra de Deus, conhecer o Deus da Bíblia). E o melhor canavial que conhecemos chama-se Escola Bíblica Dominical.